WEB RÁDIO SEMENTES DE AMOR


SEMEANDO AMOR NO SEU CORAÇÃO

"Ajuda aos que te partilham a experiência, ora pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem e desculpa todos aqueles que te injuriam..." EMMANUEL



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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

APROVEITEMOS

CONFLITOS FAMILIARES

Um dos mais graves problemas humanos está na dificuldade de convivência no lar. Pessoas que enfrentam desajustes físicos e psíquicos tem, não raro, uma história de incompatibilidade familiar, marcada por frequentes conflitos. Há quem resolva de forma sumária: o marido que desaparece, a esposa que pede divórcio, o filho que opta por morar distante. Alguns espíritas utilizam o conhecimento doutrinário para curiosas racionalizações: - Minha mulher é o meu carma: neurótica, agressiva, desequilibrada. Que fiz de errado, meu Deus, para merecer esse "trem"? - Só o Espiritismo para me fazer tolerar meu marido. Aguento hoje para me livrar depois. Se o deixar agora terei que voltar a seu lado em nova encarnação. Deus me livre! Resgatando meu débito não quero vê-lo nunca mais! Espíritos que se prejudicaram uns aos outros e que, não raro, foram inimigos ferozes, reencontram-se no reduto doméstico. Unidos não por afetividade, nem por afinidade, e sim por imperativos de reconciliação, no cumprimento das leis divinas, enfrentam inegáveis dificuldades para a harmonização, mesmo porque conservam, inconscientemente, a mágoa do passado. Daí as desavenças fáceis que conturbam a vida familiar. Naturalmente situações assim não interessam à nossa economia física e psíquica e acabam por nos desajustar. Importante considerar, todavia, que esses desencontros são decorrentes muito mais de nosso comportamento no presente do que dos compromissos do pretérito. Não seria razoável Deus nos reunir no lar para nos agredir e magoarmos uns aos outros. É incrível, mas somos ainda tão duros de coração, como dizia Jesus, que não conseguimos conviver pacificamente. Reunamos duas ou mais pessoas numa atividade qualquer e mais cedo ou mais tarde surgirão desentendimentos e desarmonia. Isso ocorre principalmente no lar, onde não há o verniz social e damos livre curso ao que somos, exercitando o mais conturbador de todos os sentimentos, que é a agressividade. Neste particular, o estilete mais pontiagudo, de efeito devastador, é o palavrão. Pronunciado sempre com entonação negativa, de desprezo, deboche ou cólera, é qual raio fulminante. Se o familiar agredido responde no mesmo diapasão, o que geralmente acontece, "explode" o ambiente, favorecendo a infiltração de forças das sombras. A partir daí tudo pode acontecer: gritos, troca de insultos, graves ofensas e até agressões físicas, sucedidos, invariavelmente, por estados depressivos que desembocam, geralmente, em males físicos e psíquicos. Se desejamos melhorar o ambiente doméstico, em favor da harmonização, o primeiro passo é inverter o processo de cobrança. Normalmente os membros de uma casa esperam demais dos outros, reclamando atenção, respeito, compreensão, tolerância . . . A moral cristã ensina que devemos cobrar tudo isso sim, e muito mais, mas de nós mesmos, porquanto nossa harmonia íntima depende não do que recebemos, mas do que damos. E, melhorando-nos, fatalmente estimularemos os familiares a fazer o mesmo. Todos aprendendo pelo exemplo, até o amor. Está demonstrado que crianças carentes de afeto tem muita dificuldade para amar. Será que estamos dando amor aos familiares? Não é fácil fazê-lo porque somos Espíritos muito imperfeitos. Mas foi para nos ajudar que Jesus esteve entre nós, ensinando-nos como conviver harmoniosamente com o semelhante, exercitando valores de humildade e sacrifício, marcados indelevelmente pela manjedoura e pela cruz. 

• exerça severa vigilância sobre o que fala. Geralmente as desavenças no lar tem origem no destempero verbal; 

• diante de familiares difíceis, não diga: "É minha cruz!" O único peso que carregamos, capaz de esmagar a alegria e o bom-ânimo, é o de nossa milenar rebeldia ante os sábios planos de Deus; 

• elogie as virtudes do familiar, ainda que incipientes, e jamais critique seus defeitos. Como plantinhas tenras, tanto uns como outros crescem na proporção em que os alimentamos; 

• evite, no lar, hábitos e atitudes não compatíveis com as normas de civilidade vigentes na vida social sem respeito pelos companheiros de jornada evolutiva fica difícil sustentar a harmonia doméstica; 

• cultive o diálogo. Diz André Luiz que quando os companheiros de um lar perdem o gosto pela conversa, a afetividade logo deixa a família.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Levantai os Olhos

Texto extraído do livro "Vinha de Luz", Chico Xavier (Emmanuel)

"Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa." - Jesus. (JOÃO, 4:35.)

O mundo está cheio de trabalhos ligados ao estômago.
A existência terrestre permanece transbordando emoções relativas ao sexo.
Ninguém contesta o fundamento sagrado de ambos, entretanto, não podemos estacionar numa ou noutra expressão.
Há que levantar os olhos e devassar zonas mais altas. É preciso cogitar da colheita de valores novos, atendendo ao nosso próprio celeiro.
Não se resume a vida a fenômenos de nutrição, nem simplesmente à continuidade da espécie.
Laborioso serviço de iluminação espiritual requisita o homem.
Valiosos conhecimentos reclamam-no a esferas superiores.
Verdades eternas proclamam que a felicidade não é um mito, que a vida não constitui apenas o curto período de manifestações carnais na Terra, que a paz é tesouro
dos filhos de Deus, que a grandeza divina é a maravilhosa destinação das criaturas; no entanto, para receber tão altos dons é indispensável erguer os olhos, elevar o entendimento e santificar os raciocínios.
É imprescindível alçar a lâmpada sublime da fé, acima das sombras.
Irmão muito amado, que te conservas sob a divina árvore da vida, não te fixes tão somente nos frutos da oportunidade perdida que deixaste apodrecer, ao abandono... Não te encarceres no campo inferior, a contemplar tristezas, fracassos, desenganos!... Olha
para o alto! ... Repara as frondes imortais, balouçando-se ao sopro da Providência Divina!
Dá-te aos labores da ceifa e observa que, se as raízes ainda se demoram presas ao solo, os ramos viridentes, cheios de frutos substanciosos, avançam no Infinito, na direção dos Céus.

sábado, 5 de agosto de 2017

PRATICAR O BEM SEM OSTENTAÇÃO

Os Capítulos 5 a 7 do Evangelho de Mateus relatam o chamado Sermão da Montanha, monumental ensinamento que o Mestre nos legou e que, pó si só, representa um completo manual para atingirmos a perfeição. No Capítulo VI, o evangelista nos relata as seguintes palavras de Jesus:

Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens, para serem vistas, pois, do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus. - Assim, quando derdes esmola, não trombeteeis, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos, em verdade, que eles já receberam sua recompensa. - Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita; - a fim de que a esmola fique em segredo, e vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. - (Mateus, VI, 1 a 4)

Fazer o Bem sem Ostentação é o título que Kardec escolheu para comentar a passagem acima. Disse ele:

A beneficência praticada sem ostentação tem duplo mérito. Além de ser caridade material, é caridade moral, visto que resguarda a suscetibilidade do beneficiado, faz-lhe aceitar o benefício, sem que seu amor-próprio se ressinta e salvaguardando-lhe a dignidade de homem, porquanto aceitar um serviço é coisa bem diversa de receber uma esmola. Ora, converter em esmola o serviço, pela maneira de prestá-lo, é humilhar o que o recebe, e, em humilhar a outrem, há sempre orgulho e maldade. A verdadeira caridade, ao contrário, é delicada e engenhosa no dissimular o benefício, no evitar até as simples aparências capazes de melindrar, dado que todo atrito moral aumenta o sofrimento que se origina da necessidade. Ela sabe encontrar palavras brandas e afáveis que colocam o beneficiado à vontade em presença do benfeitor, ao passo que a caridade orgulhosa o esmaga. A verdadeira generosidade adquire toda a sublimidade, quando o benfeitor, invertendo os papéis, acha meios de figurar como beneficiado diante daquele a quem presta serviço. Eis o que significam estas palavras: "Não saiba a mão esquerda o que dá a direita."

Na prática da beneficência devemos nos vestir, deslocar e comportar com simplicidade, de modo a reduzir, o mais que possível, a aparência de distância social entre nós e aqueles que beneficiamos. Devemos olhar nos olhos das pessoas, oferecer a elas nossas mãos, em relação afetuosa, levá-las a nos ver não como seres iluminados que desceram à Terra, mas como seus iguais que têm um pouco sobrando que lhes pode ser dado. Tal percepção é a mera expressão da verdade, pois, se temos condição de ajudar e se outros necessitam de auxilio, tanto uma quanto a outra condição foram dadas pelos respectivos guias espirituais, tendo em vista a necessidade evolutiva de cada um, não sendo, de modo algum, o reflexo do mérito de uns e do demérito dos outros. Se o que temos a dar é dinheiro, que saibamos dar cem reais com a mesma expressão no rosto que se estivéssemos a dar dez centavos, posto que se temos muito para dar, isso não nos é mais meritoso do que se pouco estivesse ao nosso alcance.

Fazer o Bem sem Olhar a Quem

O dito popular que escolhemos como título desta seção de nosso estudo equivale ao que Kardec utilizou no Capítulo XIII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, qual seja : “Convidar os Pobres e os Estropiados. Dar sem esperar Retribuição”. Isso dizemos, posto que aquilo que o dito popular quer dizer não é que devamos desviar o olhar daqueles a quem servimos, mas, sim, que não devemos levar em consideração se nossos beneficiados são pobres ou ricos, fracos ou fortes, belos ou feios, saudáveis ou doentes. Dar sem esperar retribuição é possível quando não fazem diferença para nós as características materiais daquele que é o objeto de nossa caridade, pois sabemos que tanto ele quanto nós somos Espíritos imortais, irmãos na caminhada rumo à perfeição. Entender perfeitamente esta diretriz requer, no entanto, que saibamos que a caridade de que estamos falando não é apenas a caridade material, uma vez que os ricos dela prescindem, mas, também e, principalmente, a caridade moral. Desta, ao contrário daquela, necessitam ricos e pobres.

Em Instruções dos Espíritos, sob o título “A Caridade Material e a Caridade Moral”, o Espírito Irmã Rosália assim define a caridade moral:

Desejo compreendais bem o que seja a caridade moral, que todos podem praticar, que nada custa, materialmente falando, porém, que é a mais difícil de exercer-se.

A caridade moral consiste em se suportarem umas às outras as criaturas e é o que menos fazeis nesse mundo inferior, onde vos achais, por agora, encarnados. Grande mérito há, crede-me, em um homem saber calar-se, deixando fale outro mais tolo do que ele. É um gênero de caridade isso. Saber ser surdo quando uma palavra zombeteira se escapa de uma boca habituada a escarnecer; não ver o sorriso de desdém com que vos recebem pessoas que, muitas vezes erradamente, se supõem acima de vós, quando na vida espírita, a única real, estão, não raro, muito abaixo, constitui merecimento, não do ponto de vista da humildade, mas do da caridade, porquanto não dar atenção ao mau proceder de outrem é caridade moral.

Essa caridade, no entanto, não deve obstar à outra. Tende, porém, cuidado, principalmente em não tratar com desprezo o vosso semelhante. Lembrai-vos de tudo o que já vos tenho dito: Tende presente sempre que, repelindo um pobre, talvez repilais um Espírito que vos foi caro e que, no momento, se encontra em posição inferior à vossa. Encontrei aqui um dos pobres da Terra, a quem, por felicidade, eu pudera auxiliar algumas vezes, e ao qual, a meu turno, tenho agora de implorar auxílio.

Na prática da caridade, seja ela moral ou material, devemos ter em mente duas lições.

A primeira é aquela para a qual a Irmã Rosália nos chama a atenção, isto é, que o pobre a quem atendemos com o auxílio material pode ser um Espírito mais evoluído que nós. Não só pode, é bom que saibamos, como deve. Afinal, as cruzes mais pesadas são sempre entregues a quem já está preparado para suportá-las.

A segunda diz respeito à retribuição em si. Muito poucos Espíritos encarnados no planeta estão aqui em missão. A grande maioria de nós, talvez a quase totalidade, está nesta Terra para resgatar os erros do passado e aprender como melhor se comportar em relação ao próximo. Assim sendo, é necessário que estejamos conscientes, ao praticarmos a caridade, que tal atitude é, antes de tudo, em nosso próprio proveito e que aquele que parece ser nosso beneficiado nada mais é que alma caridosa que nos beneficia ao nos dar a oportunidade de servi-la. Ao praticar a caridade, portanto, mais do que agirmos como se fossemos nós que estivéssemos recebendo a caridade, devemos estar conscientes de que é isso mesmo que de fato ocorre. Ao final da ação caritativa o que nos cabe é agradecer a Deus pela oportunidade que tivemos de servir e não nos julgar merecedores de sua graça, posto já a termos recebido.

Conforme comenta o Codificador, muitas pessoas furtam-se a praticar a caridade alegando terem pouco ou apenas o necessário para seu próprio sustento. Nada poderia ser mais distante da verdade. Como já vimos, a caridade não se restringe ao seu aspecto material, sendo possível para todos sob o aspecto moral. Se uma pessoa carece de recursos financeiros para auxiliar aos necessitados, eis aí uma oportunidade de procurar, nos talentos de que foi aquinhoada, outros recursos para fazê-lo. Todos nós viemos ao mundo com uma certa quantidade de talentos. Uns são fortes, outros, belos, outros tantos, saudáveis e outros mais, inteligentes. Este tem jeito para consertar equipamentos, aquele para reparar canos, outro para cozinhar, outro mais para costurar. Uns cantam, outros dançam, alguns sabem representar, há quem saiba contar piadas. Não há um só Espírito encarnado que não tenha pelo menos um talento e, sendo assim, este talento sempre poderá ser colocado a serviço dos necessitados.

No entanto, se, mesmo após muito procurar, a pessoa não reconheça em si nenhum talento escondido, ainda resta a vontade de ser útil e a ajuda da espiritualidade. A esse respeito, transcrevemos abaixo a fala de Kardec:

Todo aquele que sinceramente deseja ser útil a seus irmãos, mil ocasiões encontrará de realizar o seu desejo. Procure-as e elas se lhe depararão; se não for de um modo, será de outro, porque ninguém há que, no pleno gozo de suas faculdades, não possa prestar um serviço qualquer, prodigalizar um consolo, minorar um sofrimento físico ou moral, fazer um esforço útil. Não dispõem todos, à falta de dinheiro, do seu trabalho, do seu tempo, do seu repouso, para de tudo isso dar uma parte ao próximo? Também aí está a dádiva do pobre, o óbolo da viúva.

Quando temos vontade de servir, a espiritualidade não nos nega auxílio, sempre nos guiando até os necessitados que estejam ao nosso alcance ajudar. Façamos, pois, a nossa parte, nos colocando disponíveis para o serviço do bem.

OS INFORTÚNIOS OCULTOS E AS GRANDES DESGRAÇAS

Kardec nos chama a atenção, no entanto, para os infortúnios ocultos, as desgraças particulares que, apesar de dispersas e sem interesse para a mídia, formam, no todo, um volume de desgraças muitas vezes superior à soma de todos os grandes flagelos que a mídia tanto propaga. Ser caridoso ou heróico no atendimento a um infortúnio oculto jamais será divulgado na mídia, tornando o autor mais meritório perante Deus.

Quem é caridoso de coração encontra os infortúnios ocultos à sua volta, no lar, nas ruas, no trabalho ou onde quer que seja e, tendo-o encontrado, logo se põe a serviço, procurando minimizar o sofrimento dos infortunados. Para que possamos encontrar os infortúnios ocultos é necessário que calemos nosso ego e foquemos a atenção no próximo. O necessitado pode estar do nosso lado todo o dia e nunca o termos percebido, pois as demandas de nossas emoções descontroladas somente permitem que vejamos nossas próprias necessidades e carências.

Aprender a ser caridoso sem a pressão emocional dos grandes flagelos requer força de vontade e dedicação. E, sendo assim, não é de se estranhar que Kardec tenha ocupado a maior parte da seção em que fala dos infortúnios ocultos com um exemplo de como uma senhora praticava a caridade ao mesmo tempo em que exemplificava e explicava à sua filha como fazê-lo. A esse propósito, é bom saber que...

domingo, 23 de julho de 2017

PROPAGANDA ESPÍRITA

Emmanuel - "Decerto que a Doutrina Espírita é luz da Vida Maior, acenando às criaturas aprisionadas na sobra da experiência terrestre, para que despertem e vivam...

Flama de verdade eterna a desfraldar-se, vitoriosa, reconstitui o Cristianismo em sua simplicidade, exumando o Evangelho das cinzas a que foi sentenciado pela incúria da tradição e pela casuística do sacerdócio...
Por isso mesmo, todas as suas atividades puras são nobres e respeitáveis, seja na pompa fenomênica da experimentação multiforme em que o terreno das convicções sadias surge corretamente pavimentado para a segurança da fé, ou seja, em sua exposição filosófico-religiosa, em que a Justiça Divina se destaca, triunfante, alicerçada na soberania do discernimento e da lógica...
Ainda assim, é preciso considerar que toda idéia salvadora reclama arautos que lhe substancializem as lições e o Espiritismo não pode efetivamente fugir à regra.
Se foste, desse modo, chamado a servi-lo, em favor dos companheiros de Humanidade que clamam em desalento, por novas florações de fraternidade e esperança, não olvides que não te basta ao êxito nos compromissos abraçados a mera atitude intelectual dos que se convenceram quanto à imortalidade além-túmulo.
É imprescindível te faças o pregoeiro diligente das realidades redentoras que te enriquecem o modo de ser, motivo pelo qual apenas a tua própria renovação para o bem será mensagem convincente para quantos te observam a vida.
Versarás brilhantemente, os temas da Eternidade, discutirás com fervor, induzindo o próximo à modificação de pontos de vista, contemplarás, deslumbrado, as mais sublimes doações do Céu à Terra e guardarás contigo abençoadas certezas do espírito no rumo do amanhã que se te descerra divino, entretanto, só o teu próprio exemplo, ao clarão dos princípios que esposas, valorizará com segurança os recursos de que disponhas no campo de tua fé, porquanto somente a Luz na própria vida é linguagem suficientemente clara e exata para conduzir aos outros a Luz que o Senhor, através de nós, se propõe, generoso a cultivar e estender. 

(Emmanuel, de "Doutrina De Luz", Francisco Cândido Xavier).